“Se a lei não é como pensamos que deveria ser, a luta deve continuar, porque a vida das pessoas está em jogo”, diz o cardeal, que enfatiza: “esta questão não podemos deixá-la de lado.” Também está pendente na Assembleia Legislativa a ratificação constitucional de uma reforma que reconhece o acesso à água e ao saneamento como um direito. A medida, aprovada pela legislatura anterior, requer 56 votos para entrar em vigor. Centenas de salvadorenhos foram à Assembleia Legislativa para exigir a ratificação desta reforma constitucional.
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