Em uma carta ao Cardeal Parolin pelos 50 anos de colaboração entre a Santa Sé e as instituições europeias, Francisco revive a história e os valores do continente, esperando uma mudança de fraternidade em um período de grandes incertezas e risco de desvios individualistas. Não há necessidade de olhar “para o álbum de recordações”, mas para o futuro que pode ser “oferecido ao mundo”.
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