Em virtude da sua sacralidade, Santa Sofia é um centro de vida “no qual Oriente e Ocidente se abraçam”, e sua eventual reconversão em lugar de culto islâmico “será causa de ruptura entre esses dois mundos”, observa o patriarca ecumênico de Constantinopla. No Séc. XXI, afirma, é “absurdo e prejudicial que Santa Sofia, de lugar que hoje permite aos dois povos encontrar-se e admirar a sua grandeza, possa tornar-se novamente motivo de contraposição e confronto”
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