DECOLORES, irmãos de caminhada!

MCC: caminho de santificação.

Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6, 36).

Nesta semana, completamos nossa reflexão a partir doss três eixos do processo de conversão, tratando hoje da conversão à vida comunitária. O cursilho nos remete a viver, estar e agir em comunidade. Aliás, a vida comunitária é o melhor e mais concreto gesto e sinal de nossa conversão. Como podemos avaliar nosso processo crescente de conversão? Pela nossa inserção na comunidade. A comunidade é o critério de nossa eclesialidade. Não poderíamos afirmar que estamos no caminho da conversão se não estamos em processo de crescimento no espírito de pertença a uma comunidade.

Ao vivermos a maravilhosa experiência do Cursilho, se não sentimos o desejo de viver juntos, de estar com os irmãos em comunidade, com certeza algo terá falhado, ou não teremos entendido a proposta do Cursilho. Portanto, a vida em comunidade é condição essencial para garantir o processo de conversão: sem comunidade até poderemos fazer algumas boas obras, poderemos até perseverar por algum tempo, mas fatalmente desistiremos. Não foi por nada que Ideias Fundamentais, resgatando as origens do MCC, lembra que a amizade é fundamental para a perseverança. E nosso papa Francisco, buscando exatamente esse elemento, pediu que cuidássemos da amizade verdadeira, com Deus e com o próximo, pois isso nos dará garantia de fidelidade, perseverança e eficácia na ação.

A melhor e mais perfeita forma de alimentar o processo de conversão é, com certeza, a vida em comunidade, pois é justamente na comunidade que partilhamos o fundamental cristão (a graça), que está em nosso carisma.

Mais, quem vive em comunidade pode ter certeza que está no caminho da salvação.

Nascemos para Evangelizar!

Pai nosso….

Pe. Xiko

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