Versão em Espanhol

“Pero el que persevere hasta el fin, ése se salvará.” (Mt 24,13

“Con vuestra perseverancia salvaréis vuestras almas.” (Lc 21,19)

Bienaventurados los mansos, porque ellos poseerán en herencia la tierra.” (Mt 5,5)

 

Queridos lectores y lectoras, perseverantes seguidores del camino de Jesús, ¡que la paz y la alegría del Evangelio del Reino estén con todos ustedes!

Introducción. El Capítulo IV de la Exhortación Apostólica “Gaudete et Exultate” (GE) que hemos estado comentando durante varios meses, se titula Algunas características de la santidad en el mundo actual” y en el primer subtítulo llama nuestra atención sobre uno de sus aspectos fundamentales: “Perseverancia, paciencia y mansedumbre” (GE 112-121). Al tratar hoy con la virtud de la perseverancia, entendemos que puede ser una síntesis perfecta de las otras dos virtudes: paciencia y

mansedumbre. De ahí la cita bíblica arriba, que motiva una breve reflexión sobre cada una de ellas.

  1. Perseverancia. Nuestra cultura actual parece ser la cultura de la inmediatez, de la prisa, de las experiencias superficiales y, a menudo, inacabadas. En casi todas las situaciones de la vida diaria, parece que escuchamos ese susurro interno que advierte “no tienes tiempo que perder”. Con esto, lo esencial se abandona apresuradamente para disfrutar del pasaje fugaz, de lo accidental, lo superficial. GE enseña que La primera de estas grandes notas es estar centrado, firme en torno a Dios que ama y que sostiene.

Desde esa firmeza interior es posible aguantar, soportar las contrariedades, los vaivenes de la vida, y también las agresiones de los demás, sus infidelidades y defectos: ‘Si Dios está con nosotros, ¿quién estará contra nosotros?’ (Rm 8,31). Esto es fuente de la paz que se expresa en las actitudes de un santo.” (GE 112)

  1. Paciencia. El padre Adroaldo Palaoro, SJ declara en uno de sus preciosos comentarios de los evangelios dominicales: “La paciencia no es una palabra de moda hoy. Y tal vez por eso es una de las más necesarias. Paciencia significa esperar y respetar los tiempos. Supone desear la llegada del otro y no tener que hacerlo sino esperar. Deseo y espera.” Y así, GE continúa: “A partir de tal solidez interior, el testimonio de santidad, en nuestro mundo acelerado, voluble y agresivo, está hecho de paciencia y constancia en el bien. Es la fidelidad del amor, porque quien se apoya en Dios (pistis) también puede ser fiel frente a los hermanos (pistós), no los abandona en los malos momentos, no se deja llevar por su ansiedad y se mantiene al lado de los demás aun cuando eso no le brinde satisfacciones inmediatas.” (GE 112)
  1. Mansedumbre. Nada es más apropiado que recordar una de las bienaventuranzas otra vez: Bienaventurados los mansos, porque ellos poseerán en herencia la tierra.” (Mt 5,5). Las palabras de GE: “San Pablo invitaba a los romanos a no devolver ‘a nadie mal por mal’ (Rm 12,17), a no querer hacerse justicia ‘por vuestra cuenta’ (v.19), y a no dejarse vencer por el mal, sino a vencer ‘al mal con el bien’ (v.21). Esta actitud no es expresión de debilidad sino de la verdadera fuerza, porque el mismo Dios

‘es lento para la ira pero grande en poder’ (Na 1,3). La Palabra de Dios nos reclama: ‘Desterrad de vosotros la amargura, la ira, los enfados e insultos y toda maldad’ (Ef 4,31 (GE 113).

Sugerencia para la reflexión personal y / o grupal. Como sugerencia, aquí están algunas de las pistas contenidas en las preguntas finales del mismo P. Adroaldo Palaoro, SJ: ¿Cómo vives tus “esperas diarias”? ¿Eres impaciente? ¿No soportas esperar en la cola del cine? ¿Estás nervioso cuando el autobús llega más de cinco minutos tarde? ¿Esperas que los mensajes de WahtsApp, te respondan en cuestión de segundos? ¿Te molestas cuando alguien llega un poco tarde a la cita? Sin embargo, también sabes que lo importante requiere su tiempo, que “los buenos platos se cocinan lentamente”. ¡Aprovechemos la exhortación del Papa sobre la perseverancia, la paciencia y la mansedumbre para hacer una pausa para meditar!

Deseando que la perseverancia fortalezca el coraje, la paciencia supere las agruras resultantes de la prisa de la vida contemporánea y la mansedumbre sea bálsamo delante de la intolerancia, les dejo una vez más, mi abrazo amigo y fraterno.

P. José G. BERALDO

Equipo Sacerdotal GEN MCC Brasil

E-mail: jberaldo79@gmail.com

Versão em Português

“Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24,13. “É pela vossa paciência que conseguireis salvar a vossa vida!” (Lc 21,19) “Felizes os mansos, porque receberão a terra em herança” (Mt 5,4) .

Caríssimos leitores e leitoras, perseverantes seguidores do caminho de Jesus, estejam com todos a paz e alegria do Evangelho do Reino!

Introdução. O capítulo IV da Exortação Apostólica “Gaudete et Exultate” (GE) que estamos comentando há vários meses, tem por título “Algumas características da santidade no mundo atual” e logo no primeiro subitem chama nossa atenção para um de seus aspetos fundamentais: “Perseverança, paciência e mansidão” (GE 112-121). Ao tratar, hoje, da virtude da perseverança, entendemos que ela pode ser uma síntese perfeita das outras duas virtudes: paciência e mansidão. Daí a citação bíblica acima, motivadora de uma breve reflexão sobre cada uma delas.

  1. Perseverança. Nossa atual cultura parece ser a cultura do imediatismo, da pressa, das experiências superficiais e, na maioria das vezes, inconclusas. Em quase todas as situações diárias da vida parece ouvirmos aquele sussurro interior avisando “você não tem tempo a perder”. Com isso, abandonasse apressadamente o essencial para usufruir a fugaz passagem do acidental, do superficial. Ensina a GE que “A primeira destas grandes características é permanecer centrado, firme em Deus que ama e sustenta. A partir desta firmeza interior, é possível aguentar, suportar as contrariedades, as vicissitudes da vida e também as agressões dos outros, as suas infidelidades e defeitos: ‘Se Deus é por nós, quem pode ser contra nós? (Rm 8,31). Nisto está a fonte da paz que se expressa nas atitudes de um santo’” (GE 112).
  2. Paciência. Afirma o Pe. Adroaldo Palaoro, SJ num dos seus preciosos comentários dos evangelhos dominicais: “A paciência não é uma palavra da moda hoje em dia. E talvez por isso é das mais necessárias. A paciência supõe esperar e respeitar os tempos. Supõe desejar a chegada do outro e não ter mais que fazer a não ser esperar. Desejar e esperar.” Também assim continua a GE: “Com base em tal solidez interior, o testemunho de santidade, no nosso mundo acelerado, volúvel e agressivo, é feito de paciência e constância no bem. É a fidelidade (pistis) do amor, pois quem se apoia em Deus também pode ser fiel (pistós) aos irmãos, não os abandonando nos momentos difíceis, nem se deixando levar pela própria ansiedade, mas mantendo-se ao lado dos outros mesmo quando isso não lhe proporcione qualquer satisfação imediata”.(GE 112).
  3. Mansidão. Nada mais oportuno do que lembrar, outra vez, uma das bem-aventuranças: “Felizes os mansos, porque receberão a terra em herança” (Mt 5,5). Palavras da GE: “São Paulo convidava os cristãos de Roma a não pagar a ninguém o mal com o mal (Rm 12,17), a não fazer justiça por conta própria (12,19), nem a deixar-se vencer pelo mal, mas vencer o mal com o bem (12,21). Esta atitude não é sinal de fraqueza, mas de verdadeira força, porque o próprio Deus “é lento para a ira e muito poderoso” (Na 1,3). Assim nos adverte a Palavra de Deus: “Desapareça do meio de vós todo amargor e exaltação, toda ira e gritaria, ultrajes e toda espécie de maldade” (Ef 4,31) (GE 113).

Sugestão para reflexão pessoal e/ou em grupo. Como sugestão, ai vão algumas das pistas contidas nas perguntas finais do mesmo Pe. Adroaldo Palaoro, SJ: Como você vive suas “esperas cotidianas?” Você é um impaciente? Não suporta esperar na fila no cinema? Fica nervoso quando o ônibus atrasa mais de cinco minutos? Espera que lhe respondam as mensagens de Whatsapp em questão de segundos? Irrita-se quando alguém chega um pouco atrasado no encontro marcado? Entretanto, você também sabe que o importante requer seu tempo, que “os bons pratos são cozidos a fogo lento”. Aproveitemos a exortação do Papa sobre a perseverança, a paciência e a mansidão, para fazer uma pausa para meditação!

Desejando que a perseverança fortaleça a coragem, a paciência supere as agruras resultantes da correria da vida contemporânea e a mansidão seja bálsamo diante da intolerância, deixo uma vez mais meu abraço amigo e fraterno.

Pe. José Gilberto BERALDO

Equipe sacerdotal do Grupo Executivo Nacional

MCC Brasil

E-mail: jberaldo79@gmail.com

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