Caros irmãos e irmãs de caminhada.

MCC: Caminho de Santificação

DECOLORES!

Sede misericordiosos como vosso pai é misericordioso” (Lc. 6,36).

  1. Grupos

Os grupos são um dos elementos fundamentais do cursilho. Antigamente eram denominados decúrias porque eram formados por dez pessoas.

Costuma-se afirmar e, com muita verdade, que o cursilho acontece, de fato, nos grupos, pois é que se dá a partilha, a experiência daquilo que se ouve. Os grupos devem ser, quanto possível, heterogêneos, na idade, profissões, menos no último dia que podem ser formados por profissões para facilitar assumir o agir. Por que heterogêneos? Porque, se as pessoas forem da mesma profissão, fica mais difícil a abertura dos corações e a troca de experiência, pois se trata da mesma área. Sendo heterogêneos, uns aprendem como os outros.

Os grupos precisam dispor de no mínimo 25 a 30 minutos, nunca menos que isso, o ideal seria de 40 minutos. Os servidores (responsáveis) nos grupos não devem tomar conta da palavra, muito menos continuar a dar mensagem, mas devem sentir-se um do grupo, participar normalmente, dando, de preferência, testemunho da mensagem que foi anunciada. Os servidores (responsáveis) devem estar atentos para fazer com que o grupo fique dentro do assunto da mensagem, o que devem fazer através do testemunho de como estão vivendo o que foi anunciado. Participar de grupo como servidor é uma arte, necessário preparar-se.

O grupo, aos poucos, vai se tornando uma pequena comunidade. Respeitar as pessoas é fundamental, nunca obrigar, nem impor-lhes convicções, mas ajudá-las a compreender e aderir à mensagem proposta. O grupo não é para os servidores, mas para todos, cursilhistas e servidores. Nunca assumir atitude de professor ou mestre, mas verdadeiramente de facilitador.

Importante respeitar o processo de cada membro do grupo, pois uns se abrirão com mais facilidade, outros levarão mais tempo. Recorda-se que os assuntos tratados no grupo são do grupo, principalmente se forem depoimentos íntimos, portanto sigilosos, Cada grupo deve tornar-se, aos poucos, um pequeno Pentecostes, o que pede atenção para que isso aconteça.

Nascemos para Evangelizar!

Pai nosso…

Pe. Xiko

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