Ressaltando que os documentos do Concílio ecumênico Vaticano II continuam muito atuais, o arcebispo de São Luís do Maranhão afirma que é fundamental para nós voltarmos a eles. Diz-nos ainda que “poderíamos voltar mais assiduamente, de maneira mais profunda não só ao documento escrito, mas à espiritualidade, à mística por trás desses documentos
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