Nesta mensagem, ainda continuamos nossa reflexão sobre o Cursilho (encontro). O Cursilho não necessariamente deixa o cursilhista convertido, até porque a conversão é um processo de toda a vida. Mas o Cursilho deve despertar o desejo de uma vida nova, de um novo modo de viver, muito mais do que querer fazer ações. Desejar, sim, um novo comportamento à luz dos critérios do Evangelho.

Muito importante que durante os três dias haja respeito para com os participantes. Que não se force ninguém, pois o Cursilho é uma proposta e não uma camisa de força. Cabe à equipe oferecer, propor e criar um clima favorável à adesão ao Cristo e à sua Igreja.

Deve reinar um ambiente de simplicidade, alegria e descontração, sempre espontâneo, natural, nada de artificial. É fundamental que tudo seja feito com simplicidade e amor. Desde que inicia o Cursilho não há mais “recreio”. Todos os momentos são valiosos, também os intervalos e o cafezinho.

O Cursilho não pode ser um peso, uma tortura, mas algo bom, agradável, mesmo que nele sejam tratados assuntos decisivos para nossa vida.

Deve-se evitar todo tipo de exagero, tanto nas mensagens como na espiritualidade. Cuidar que o Cursilho seja humano no tempo, nos horários de deitar e levantar, bem como nas mensagens e celebrações. Evitar ocupar muito tempo em coisas secundárias. Priorizar o fundamental, mas saber que o folclore bem feito, com cantos ou músicas adequadas, favorece a assimilação do conteúdo do Cursilho.

Nascemos para Evangelizar!

Pai nosso…

Pe. Xiko

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